A Medicina Intensiva é uma especialidade jovem, reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1992. Sua origem está intimamente relacionada ao tratamento especializado oferecido a feridos de guerra pela enfermeira Florence Nightingale em torno de 1850, sendo hoje reconhecida como a precursora dos cuidados intensivos.
Durante muitos anos, a UTI foi vista como um lugar extremamente restrito, que não permitia visitas e no qual os pacientes permaneciam inconscientes, sem esperanças. Felizmente, essa percepção tem mudado. Hoje, a Unidade de Terapia Intensiva é vista como um local onde os pacientes se recuperam para dar continuidade à vida.
O desenvolvimento e as necessidades da UTI, agora reconhecida como especialidade, exigem cada vez mais qualificação dos médicos. Estudos internacionais mostram que a capacitação profissional e a manutenção de equipes atualizadas trazem benefícios quanto à evolução dos pacientes, ao tempo de internação, aos prognósticos e aos custos hospitalares.


