No Dia Nacional de Doação de Órgãos, lembrado em 27 de setembro, a doação de órgãos pode ser a única esperança de vida ou oportunidade de recomeço para pacientes à espera de transplante; com a demonstração de empatia e generosidade, centenas de vidas são salvas.
No Brasil, para se tornar um doador, o primeiro passo é comunicar a intenção à família, uma vez que a concessão de órgãos só é feita mediante autorização familiar. A doação fica impossibilitada quando os doadores não possuem documentação, menores de 18 anos e as que tenham restrições clínicas, como conhecimento da causa da morte e doenças infecciosas ativas, dentre outros.
Quem deseja ser um doador de órgãos
Há dois tipos de doadores: o doador vivo, que pode ser qualquer pessoa que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. Em vida, podem ser doados rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes só com autorização judicial; e o doador falecido, que são os com morte encefálica comprovada. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem o maior programa público de transplante do mundo, em que 87% dos transplantes de órgãos são feitos com recursos públicos.


